Pandemia e a Indústria Wellness

Com milhares de pessoas em isolamento ao redor do mundo, o mercado de “wellness” cresce de forma estrondosa.

De acordo com o jornal inglês “The Economist”, muitos se encontram num profundo desespero por falta de companhia e motivação. Portanto, estão se voltando às telinhas do celular e outras fontes de entretenimento para se manterem sãos.

As aulas com foco fitness e wellness foram facilmente adaptadas às lives do instragm, programas como zoom, Skype, entre outros diversos. Felizmente, essas plataformas não param de surgir para facilitar a comunicação entre pessoas, alunos e professores.

Contudo, além das famosas aulas de cardio e musculação, destacamos também a procura exponencial pelas atividades relacionadas à yoga e meditação. Como consequência de tudo isso, as vendas de materiais como tapetinhos, halteres, elásticos, entre outros, aumentaram de forma significativa.

De antemão, destacamos também os aplicativos de fitness e wellness, que viraram grandes aliados dos que precisam de uma pequena ajuda com a disciplina diária.

Ainda de acordo com a fonte de jornalismo inglesa citada acima, as pessoas estão cada vez mais dispostas a se “auto-melhorarem”, ou seja, buscando formas de aperfeiçoamento físico e mental.

Veja abaixo o gráfico para conferir melhor o crescimento de pesquisa online nas áreas de fitness (home workout e kettlebell) e em outras “curiosas” como quebra-cabeças, “fazer pão” e dicas sexuais:

Fonte: https://www.economist.com/international/2020/04/04/with-millions-stuck-at-home-the-online-wellness-industry-is-booming

Já o jornal O Globo destacou recentemente as atividades com peso do corpo ou com uso de livros e alimentos para aliviar a ansiedade e manter a saúde durante a quarentena. Acima de tudo, as redes sociais são as principais aliadas e a grande maioria das aulas são gratuitas.

Portanto, sejam treinos para suar e desestressar ou movimentos para relaxar a mente e se divertir, os educadores físicos estão encontrando via redes sociais diversas maneiras de contribuir para o bem-estar e a saúde dos brasileiros durante a pandemia do coronavírus.

“Saber que não está sozinho dá muito conforto. É importante conversarmos para não entrar em pânico. Minha aula é o avesso da correria da nossa sociedade: olhamos pra dentro, falamos mantras, meditamos, fazemos uma posição de cada vez. Compartilho meu estilo de vida”, conta a professora de yoga Julia Oristanio, para o jornal O Globo, que tem feito aulas ao vivo pelas redes sociais.

Mais informações sobre a matéria do Jornal O Globo em: https://g1.globo.com/rj/rio-de-janeiro/noticia/2020/04/01/quarentena-fitness-educadores-fisicos-usam-redes-sociais-para-dar-aulas-de-graca.ghtml

Já a revista Exame, ressaltou principalmente a dura crise nas academias e outras empresas do setor de exercício, que tiveram suas receitas praticamente zeradas. Dessa forma, muitas estão buscando alternativas para aumentar o caixa, ajudar a manter os empregos e os alunos engajados.

Para o artigo da Exame, Leonardo Pereira, presidente da Selfit (rede de academias low-cost), conta que os novos negócios digitais devem continuar sendo importantes para as empresas de fitness. “O consumo de produtos digitais vai se multiplicar, desde as atividades físicas em casa ao home office, teleconsultas, entre outros”.

No final das contas, o objetivo principal não é necessariamente aumentar a receita, mas sim, manter a relevância entre os alunos. Consequentemente, manter o interesse e motivação deles a qualquer custo pelo “wellness” e bem-estar físico e mental.

A boa notícia é que em países orientais, principalmente na China (onde já há uma flexibilização da quarentena), a retomada às academias está sendo surpreendente. Cerca de um terço dos clientes são pessoas que nunca frequentaram academias antes, por exemplo. Em outras palavras, a quarentena trouxe uma motivação ainda maior às pessoas.

“As pessoas estão buscando ter mais saúde, fugir da obesidade e ter uma alimentação mais saudável”, diz Pereira, da Selfit.

Você encontra mais detalhes sobre o artigo da revista Exame em: https://exame.abril.com.br/negocios/lives-e-aulas-virtuais-o-esforco-das-academias-para-sobreviver-a-pandemia/

Ou seja, será isso um bom sinal para o Brasil? Nós da WBE estamos com a esperança de que sim. Afinal, a estética, cuidados com o bem-estar e a procura pelo “wellness” sempre estiveram em alta no nosso país. Como sempre reforçamos, cuidar de você é um investimento indispensável. O corpo e a mente, agradecem.

Vamos juntos, com foco e pensamento positivo.

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